Wladimir volta a erguer bandeira da classificação do semiárido para retornar a Brasília
Projeto do Semiárido que pode transformar a vida de milhares de pessoas da área rural volta a ser abordado pelo pré-candidato a deputado federal
A implementação da classificação do projeto de lei 1.440/2019 que propõe o reconhecimento das regiões Norte e Noroeste Fluminense como áreas de semiárido continua como a grande bandeira do ex-prefeito de Campos e pré-candidato a deputado federal Wladimir Garotinho (PL), que tem mostrado em suas redes sociais a importância do projeto de sua autoria, aprovado no Senado, mas vetado pelo presidente Lula.
“O Projeto do Semiárido representa muito mais do que uma proposta legislativa. É uma oportunidade real de transformar a vida de milhares de pessoas que convivem diariamente com os desafios da escassez hídrica, da produção rural limitada e da falta de investimentos específicos para a realidade da nossa região”, publicou.
Se aprovado, o projeto abriria portas para novas políticas públicas, incentivos, investimentos e ações voltadas ao desenvolvimento sustentável, fortalecendo a agricultura, gerando emprego, renda e mais qualidade de via para quem vive e trabalha no campo. Seguiremos nesta luta”, acrescentou.
O PL também prevê a criação de um fundo de desenvolvimento econômico específico para os 22 municípios, além de ampliar o acesso dos produtores rurais locais ao programa Garantia Safra, facilitando ainda o crédito agrícola por meio de condições diferenciadas.
O texto prevê ainda concessão aos municípios de ajuda financeira especial aos pequenos produtores rurais e acesso facilitado a créditos com juros reduzidos, bem como estímulos a investimentos em infraestrutura e apoio à formação profissional.
O clima semiárido, também conhecido como estepe, é caracterizado por baixa precipitação, altas temperaturas, chuvas escassas e mal distribuídas, com longos períodos de estiagem.
No Brasil, o semiárido é geralmente relacionado ao Nordeste, mas há quase 20 anos o Norte e Noroeste do Estado do Rio passaram a sofrer dos mesmos efeitos climáticos, ameaçando colheitas inteiras e obrigando os pecuaristas a vender seus bois, ainda magros, para outros estados do país. Estudos de especialistas no tema mostram que o Norte e Noroeste Fluminense vêm ficando cada vez mais quentes e secos ano após ano, com base em séries históricas de oito décadas.






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